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Marcio Bamberg, Advogado
Marcio Bamberg
Comentário · há 3 meses
Dr. Mateus, olá!

Bom o texto, mas gostaria de registrar que fui um ponto fora da curva e seria oportuno dar uma simples dica 'as novas gerações. Ainda mais com os "Watson's" (softwares jurídicos) batendo à porta!

Resolvi voltar aos estudos acadêmicos em 2005, para cursar Direito, aos 48 anos.

Já era formado desde 1977, em Administração. Conclui o curso em 2009 e tive que aguardar a conclusão do 10 período para obter o registro da OAB, que aconteceu em fevereiro de 2010.

Em resumo, com a ajuda "das trombetas dos anjos", em julho, já contava com mais de duzentos processos, ou seja, sem tradição na área jurídica e sem vínculo com escritórios ou advogados. No grito!!!

Um dos maiores problemas, creio eu, está na formação pré-universitária e na própria formação acadêmica. Comparando a minha formação de 74 a 77 com a de 2005 a 2009, foi um choque. No primeiro dia de aula, pensei: "onde fui amarrar o meu burro". Que decepção. "Estudantes universitários", na sua maioria, sem formação adequada ou mesmo sem educação. Só pensavam em tomar cerveja... E pelas tantas, após 10 anos, a grande maioria inda marca passo, mas os que perceberam que o emprenho, seriedade, dedicação e COMPROMETIMENTO com o Direito era o básico, se deram bem.

Assim, fica o recado para a galerinha: encare o Curso como sendo o único, dedique-se, trace o seu plano de carreira (quer seja na advocacia ou carreiras afins). Entenda que a eventual má formação não ajudará nem no estabelecimento de metas a serem perseguidas, naturalmente, dificultando o início profissional.
Marcio Bamberg, Advogado
Marcio Bamberg
Comentário · há 8 meses
Apesar de não militar na área criminal por ser civilista, discordo sobre o propalado direito do presidiário Lula. A Lei de Execucoes penais é clara:

LEP - Lei nº 7.210 de 11 de Julho de 1984
Institui a Lei de Execução Penal .

SUBSEÇÃO I

Da Permissão de Saída

Art. 120. Os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semi-aberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer um dos seguintes fatos: (...)

Há uma significativa diferença entre PODERÃO e DEVERÃO. Logo, é discricionária a liberação para o evento .

Por sua vez, fica claro que o mesmo desistiu de ir, quando o Toffoli liberou com restrições. Teria que se encontrar com familiares em unidade militar, ou seja, não teria condições de realizar o que fez por ocasião do falecimento da Mariza Letícia (Palanque). E, é de se estranhar que não tenha ido ao velório/ enterros dos irmãos que faleceram em 2004 e 2005.
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